Este blog tem a finalidade de apresentar minhas opiniões, pensamentos e teorias sobre o mundo. Conseqüentemente, disseminar meu conhecimento sobre “tudo” ou “nada”.
domingo, 13 de maio de 2012
O que são Religadores ?
O que é “Conjunto de Aterramento Temporário”?
- A haste de cobre deve ser ligada firmemente à terra (aterrada). Em seguida, as garras metálicas devem ser conectadas, separadamente, a cada um dos condutores do circuito em que se vai trabalhar;
- Na retirada, após a conclusão dos trabalhos, deve se desligar em primeiro lugar as “garras” presas em cada condutor do circuito e, em seguida, a extremidade ligada a terra;
- A quantidade de conjuntos de aterramento temporário a serem instalados dependerá da configuração da rede, ou seja, garantir o aterramento a montante (antes) e a jusante (após) do local que o eletricista deve trabalhar.
sábado, 14 de abril de 2012
Testes em Vestimentas FR (Fire Retardant)
domingo, 8 de abril de 2012
O que é Vestimentas FR “Fire Retardant” (retardante de chama)
- Excelente resistência à propagação de chamas;
- Sem chamuscamento posterior,
- Sem emissão de gases tóxicos;
- Preserva o conforto do algodão;
- Não causa irritação da pele;
- Alta solidez à lavagem à quente;
- Alta solidez à lavagem à seco.
Consumo da energia elétrica dos equipamentos eletrônicos na situação Stand by
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Como funciona a chave fusível utilizadas nas redes de distribuição de energia elétrica.
A chave fusível, também conhecida popularmente como corta-circuito, é um equipamento cuja função é proteger as redes de distribuição primárias contra sobrecorrentes originadas por sobrecargas, curto-circuitos, dentre outros. Sendo freqüentemente utilizada nas redes aéreas de distribuição urbana e rural, bem como em pequenas subestações sejam elas do consumidor ou da concessionária de energia elétrica.Como o próprio nome indica, um elemento fusível integra o equipamento e é o principal responsável pelas características básicas do seu princípio de funcionamento. Entretanto, a chave fusível poderá ser solicitada a operar em condições de defeito, neste caso é essencial que o equipamento opere rapidamente e que sua capacidade de interrupção de corrente de defeito seja compatível com o sistema onde está instalado.
Por outro lado, as chaves fusíveis não possuem mecanismos de extinção do arco elétrico e estas não devem ser operadas em carga. Quando necessário operar com carga, utiliza-se uma ferramenta acessória conhecida como desconectador sob carga (loadbuster).
O que é desconectador sob carga (Loadbuster) ?
Nos textos anteriores, descrevemos o funcionamento das chaves seccionadoras e fusíveis utilizados no sistema de distribuição. Para interromper uma rede primária energizada é primordial utilizar um equipamento que possibilite a operação do circuito sob carga, sem risco para os eletricistas.O dispositivo utilizado nessa manobra, cuja finalidade é seccionar (abrir) as chaves instaladas nas redes de distribuição, é conhecido como desconectador sob carga, popularmente chamado de Loadbuster e a sua função é extinguir o arco-elétrico, protegendo o operador.
O Loadbuster é usado em conjunto com o bastão de manobra, ou seja, acoplado na extremidade do mesmo, de modo que possibilite que cada chave seccionadora e/ou chave fusível, transforme em ponto de interrupção do sistema de distribuição e com isso minimize o tempo de interrupção, afetando um menor número de consumidores.
O que é “Bastão de Manobra” ?
A ocorrência de interrupções programadas ou não programadas (emergenciais) em uma rede de distribuição de energia elétrica obriga a realização de manobras de isolamento para restabelecimento da eletricidade, o mais rápido possível.Entretanto, para realização dessas manobras em campo, quase sempre se utiliza de tubos de fibra de vidro compostos com resina epóxi e internamente preenchido com poliuretano expandido, conhecidos como ‘Bastão ou Vara de Manobra’.
A distância de trabalho para se ter a devida segurança e o isolamento que o bastão de manobra proporciona, são fatores imprescindíveis para garantir a integridade física dos eletricistas na execução das tarefas de operação na rede de distribuição, a partir do solo (bastão de manobra telescópico) ou não.
O bastão de manobra é produzido de modo seccionável, o que possibilita fácil montagem na vertical e no transporte. É classificado como ferramenta universal, face ao cabeçote ser de encaixe móvel, fabricado em ligas de cobre ou de alumínio, no qual possibilita adaptar vários acessórios, conforme as Normas Internacionais e Brasileiras
Por que usar EPI ?

O uso de EPI é uma exigência da legislação trabalhista brasileira através de suas Normas Regulamentadoras. O não cumprimento poderá acarretar em ações de responsabilidade cível e penal, além de multas aos infratores.
A legislação trabalhista prevê que:
É obrigação do empregador:
- fornecer os EPIs adequados ao trabalho;
- instruir e treinar quanto ao uso dos EPI’s;
- fiscalizar e exigir o uso dos EPIs;
- repor os EPI’s danificados.
É obrigação do trabalhador:
- usar e conservar os EPIs.
“Quem falhar nestas obrigações poderá ser responsabilizado”
O que é Fuga de Corrente Elétrica
A fuga de corrente é uma espécie de "vazamento" da corrente elétrica que pode ocorrer nas instalações elétricas. Podemos afirmar que este defeito é sempre relacionado com a isolação dos condutores e/ou dos equipamentos elétricos, ou seja, o ressecamento, o escurecimento e o trincamento da isolação indicam que estes sofreram algum tipo de sobrecarga.É possível testar se o problema está ocorrendo na instalação elétrica desconectando todos os equipamentos da tomada, desligar todas as lâmpadas e acompanhar o relógio medidor de energia. Caso o medidor continuar registrando consumo com todos os equipamentos e lâmpadas desligados, é por que a fuga corrente está acontecendo em algum ponto da instalação elétrica.
Para facilitar a detecção desse problema, os circuitos devem ter um dispositivo chamado DR (Disjuntor Diferencial Residual). Esse elemento desarma no caso de fuga de corrente e, com isso, evita choques em pessoas e danos em equipamentos
Recomendamos realizar freqüentemente revisão e manutenção das instalações elétricas e não conectar vários equipamentos em uma mesma tomada, pois isso poderá ocasionar uma sobrecarga na instalação e perigo de superaquecimento.
domingo, 30 de outubro de 2011
Qual é a diferença entre uma linha de transmissão em corrente alternada (CA) e a outra em corrente contínua (CC) ?
Inicialmente seria interessante relembrarmos que as primeiras linhas de transmissão foram construídas para operar em corrente contínua (CC). Posteriormente passou-se a usar corrente alternada (CA) devido às dificuldades de conversão (elevação/diminuição) da tensão em CC. Com o aprimoramento da tecnologia (inversores), voltou-se a usar CC nas linhas de transmissão. Ainda assim, as linhas de transmissão correntes alternadas CA são mais vantajosas devido às facilidades de interconexão através de subestações de interligação, chaveamento, subestações de transformação e a simplicidade dessas subestações.
Entretanto, o custo de construção das linhas de transmissão de corrente contínua CC é menor do que as de corrente alternada, para o mesmo nível de potência. No entanto, existem fatores limitantes para utilização das linhas de transmissão em CC que são a menor flexibilidade de interligação e a maior complexidade e os custos das subestações conversoras.
Os sistemas de transmissão em CC podem ser competitivos para transporte a longas distâncias, por exemplo, acima de 700 ou 800 km. Atualmente, existem em funcionamento duas LT´s em corrente continua operando em alta tensão (CCAT) a de Itaipu 600 kV CC no Brasil e outra 750kV CC na Rússia.
sábado, 15 de outubro de 2011
Como funcionam os pára-raios utilizados nas redes de distribuição de energia elétrica
Os pára-raios utilizados na distribuição de energia funcionam como um protetor que filtra os raios (descargas elétricas) para a terra, quando este atinge as redes elétricas. Esses equipamentos não possuem a função de atrair os raios, como fazem os pára-raios instalados nas edificações.As funções desse tipo de pára-raios é proteger o próprio transformador contra queima e atenuar os problemas da eletricidade que está sendo fornecidas para os consumidores. Entretanto, quando um raio atinge a rede de distribuição de energia elétrica, a tensão normalmente é alterada para valores perigosos e os pára-raios limitam o valor destas sobretensões e drenam a descarga elétrica para a terra.
Os pára-raios mais utilizados atualmente são conhecidos como pára-raios de óxido de zinco (ZnO), devido a sua moderna tecnologia, que vêm substituindo os pára-raios de porcelana. Nos últimos anos, as concessionárias estão instalando esses equipamentos nos transformadores de distribuição que fica nos poste e não nas estruturas de cruzetas, que anteriormente eram fixados.
Mesmo com toda esta tecnologia, na estação das chuvas é preciso um cuidado especial para enfrentar a ocorrência de desligamentos provocados por raios. Para tanto, as concessionárias dispõe de equipes de plantão para restabelecer o fornecimento no menor tempo possível, para que o consumidor não fique sem energia.
O que são alças pré-formadas
O principio de funcionamento das alças pré-formadas está baseada na sua configuração helicoidal (forma de hélice), no qual envolve o condutor distribuindo uniformemente a solicitação mecânica, resultando na força de “agarramento”.
Entretanto, ressaltamos o não reaproveitamento das alças após a sua aplicação, pois este material pode sofrer danos quando desinstalados. A sua reutilização pode diminuir a força de “agarramento” e consequentemente, a queda do cabo ao solo.
As Vant
agens da utilização das alças pré-formadas
Economia de instalação;
Facilidade de aplicação e identificação;
Aplicação manual, não requer uso de qualquer ferramental.
domingo, 2 de outubro de 2011
Qual é a importância das “Emendas” bem realizadas ?
Sabemos que são nas “emendas” dos condutores os pontos mais frágeis do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica. Normalmente, as falhas são provocadas devido ao descontrole térmico (aquecimento) nas conexões. Esse “aquecimento” decorre principalmente dos engastes e/ou junções “mal feitas” que provocam um aumento da resistência de contato entre os condutores e consequentemente, o aumento de problemas nas redes e linhas, conhecidos como “ponto quente”.
Dentre os vários tipos de conectores (soldados, mecânicos, compressão e perfuração) os mais utilizados nas “emendas” dos cabos nas redes de distribuição são do tipo cunha, que são fabricados em várias ligas metálicas, possibilitando conectarem os condutores de Alumínio x Alumínio; Alumínio x Cobre e Cobre x Cobre.
Os principais cuidados que devem ser aplicado na instalação dos conectores, são:
· A identificação dos condutores e a escolha do conector apropriado são elementos básicos para uma instalação perfeita;
· Escolha correta da ferramenta para aplicação e retirada;
· Limpeza dos condutores, eliminando no momento da instalação a película de óxido, normalmente presente nos condutores e a aplicação do composto antióxido nas áreas de contato;
· A verificação se o conector ficou bem posicionado e/ou travado após a instalação.



